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Justiça nega flexibilização de horário para policiais civis com tornozeleira participarem de festas de fim de ano, em Londrina

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Agentes foram presos suspeitos de corrupção. Desde setembro, foram liberados para responder processo em liberdade, com uso de tornozeleira eletrônica e exigência de não se ausentar de casa a partir das 22h. Justiça restringe horário da ceia para policiais que respondem processo em liberdade
Uma decisão da Justiça determinou que sete policiais civis que respondem a um processo em liberdade não terão flexibilização de horário para saírem de casa durante as celebrações de Natal e Ano Novo em Londrina, no norte do Paraná.
Os agentes foram presos em fevereiro deste ano suspeitos de corrupção, mas foram autorizados pela Justiça a esperar o julgamento em liberdade.
Contudo, para ter o direito, os suspeitos precisam cumprir a exigência de uso de tornozeleira eletrônica e não podem estar fora de casa depois das 22h.
Para o fim deste ano, os advogados de defesa pediram na Justiça a flexibilização de horário dos réus para que eles pudessem passar as festas na casa de outras pessoas.
O pedido foi negado. Na decisão, o juiz afirmou que não há evidência de que os horários estabelecidos para recolhimento domiciliar impedirão os suspeitos de terem contato com familiares.
O magistrado alegou ainda que não foi demonstrada a necessidade da solicitação.
Policiais civis que foram presos suspeitos de corrupção tiveram pedido de flexibilização negado
Reprodução/RPC
Investigação
Os investigadores foram presos durante uma operação realizada pela Corregedoria da Polícia Civil.
De acordo com a investigação, eles desviaram parte de uma carga apreendidas em uma operação realizada em dezembro de 2019.
A corregedoria afirmou que os investigadores do setor de Furtos e Roubos foram até o apartamento de um suspeito de contrabando e no imóvel encontraram produtos contrabandeados que valiam R$ 450 mil.
Os policiais entregaram cerca de 5% do foi apreendido à Receita Federal, ainda conforme a investigações.
Segundo a corregedoria, o desvio foi descoberto após a pessoa que adquiriu a mercadoria contrabandeada denunciar o caso.
Ainda em fevereiro, os sete policiais civis foram indiciados por associação criminosa, cárcere privado e peculato.
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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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