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Vereador e presidente de Autarquia de Trânsito de Ponta Grossa são soltos pela Justiça

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Eles estavam presos desde a última terça-feira (15) após uma operação do Gaeco contra irregularidades na contratação de uma empresa para o estacionamento rotativo da cidade. Vereador foi solto após nove dias preso pelo Gaeco
André Salamucha/RPC
O vereador Ricardo Zampieri (Republicanos) e o presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, Roberto Pellissari, foram soltos pela Justiça na quarta-feira (23).
Eles foram presos em 15 de dezembro em uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que investiga suposta corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e fraude em licitação do estacionamento rotativo, conhecido como Estar Digital, na cidade.
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As prisões foram revogadas pois, segundo o juiz, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) alegou que as detenções cumpriram o objetivo e seria desnecessário para a investigação manter os suspeitos presos.
Segundo os advogados Jorge Sebastião Neto e João Manoel Grott, que defendem o parlamentar, a decisão da Justiça acontece por não haver provas contundentes contra o vereador. Eles afirmaram, ainda, que contra Zampieri existem apenas especulações.
A defesa afirmou que aguardará o relatório da investigação e uma eventual denúncia para punição dos envolvidos.
Por meio de nota, a defesa de Roberto Pellissari, presidente da AMTT, afirmou que a prisão ocorreu com o objetivo de não atrapalhar as investigações diante da posição que o cliente ocupa.
A defesa ainda salientou que não houve indícios de prática de crime por parte de Pellissari, além de não haver provas, e que aguardará o relatório final da investigação e o acesso a todos os documentos do caso.
Eles estavam presos temporariamente no Complexo Médico Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A validade do mandado de prisão, que foi renovada na última semana, expiraria nesta quinta-feira (24).
Operação
Além dos dois, o Gaeco prendeu outros três suspeitos na Operação Saturno, além de cumprir 25 mandados de busca e apreensão.
Cinco vereadores foram alvos da investigação. Eles integraram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a contratação da Cidatec pela AMTT para a implantação e operação do Estar Digital.
Os promotores de Ponta Grossa identificaram irregularidade na contratação da empresa para a implantação do “Estar Digital” e verificaram ilegalidades na compra de softwares utilizados Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar), entre os anos de 2016 e 2020.
O MP-PR também apura a possível prática de manipulação e corrupção de vereadores na Comissão Parlamentar de Inquérito instalada na Câmara Municipal para apurar as referidas licitações.
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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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