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MP-PR denuncia dois policiais militares e empresário por assassinato de guarda municipal, em Pinhais

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Agente da Guarda Municipal de Curitiba foi morto a tiros, por motivos passionais, de acordo com a denúncia, oferecida nesta sexta-feira (18); crime ocorreu em junho de 2019. Guarda Municipal de Curitiba morreu após ser baleado, em Pinhais
Tony Mattoso/RPC
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou, nesta sexta-feira (18), dois policiais militares e um empresário pelo assassinato do guarda municipal Rodrigo Anderson de Paula Rocha.
Rocha foi morto em junho de 2019, após ser rendido em um local de obra de um supermercado, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Na denúncia, os promotores afirmam que o assassinato foi cometido por motivos passionais.
Foram denunciados pelo homicídio, o empresário Maycon Rodrigo da Rosa e os policiais Gustavo Feliphe dos Santos Fabri e Edijaime Damaceno Bastos. Eles foram presos na quinta-feira (10).
A vítima trabalhava como agente da Guarda Municipal da capital, mas estava de folga da corporação no momento do crime, enquanto trabalhava como vigilante.
Segundo a denúncia, o empresário, apontado como mandante, planejou o crime “movido pelo sentimento de ciúme e de despeito decorrente do fato de sua cônjuge ter passado a se relacionar afetivamente” com a vítma.
Ainda de acordo com a denúncia, Rosa contou com a colaboração dos dois policiais.
A defesa do policial Edijaime pediu que ele fosse colocado em liberdade.
Depois disso, o MP-PR se manifestou a favor da soltura dele, destacando que “não se descarta a possibilidade de que a sua contribuição para a prática do crime narrado na denúncia tenha se limitado ao empréstimo de seu veículo automotor aos executores”.
Relembre o caso
Em junho do ano passado, conforme as investigações, o guarda municipal estava em uma obra de um supermercado, acompanhado de um vigilante, quando três homens armados invadiram o local e tentaram render os dois.
Segundo o vigia, o guarda municipal estava armado e tentou reagir, mas foi baleado pelos homens que invadiram o terreno.
O vigilante que estava com o guarda disse que foi rendido pelos suspeitos, que o levaram para a parte dos fundos da obra, de onde ouviu o barulho dos tiros.
Outro lado
O advogado Jeffrey Chiquini, da defesa de Edijaime Damaceno Bastos, informou que à época dos fatos, o denunciado “foi fortuitamente vinculado aos fatos sob apuração apenas porque o veículo supostamente utilizado pelos autores do homicídio possui semelhança com o seu”.
De acordo com a defesa, na data e horário do crime, Edijaime estava prestando serviços no interior de unidade militar, em São José dos Pinhais, o que, segundo o advogado, demonstra a total impossibilidade de ter figurado como executor do crime.
“Esclarecemos por fim, que já pugnamos pela revogação da sua prisão temporária e o Ministério Público, inclusive, concordou com os argumentos da defesa, concluindo pela desnecessidade da manutenção da prisão do soldado Edijaime”, disse a defesa.
O advogado destacou ainda que já apresentaram elementos probatórios suficientes da inocência do policial que, segundo ele, será provada no curso do processo.
O G1 tenta contato com as defesas dos outros citados.
Assista aos vídeos com os destaques desta sexta-feira (18)
Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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