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Pesquisa da Fiep mostra que 68% dos empresários da indústria estão otimistas para 2021

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Conforme o levantamento, 71% dos empresários justificam o otimismo com uma expectativa de aumento das vendas. Expectativa ficou abaixo da registrada no ano passado, quando 79% estavam animados com 2020. Pesquisa mostra que 68% dos empresários estão otimistas para 2021
Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Paraná divulgada nesta quarta-feira (16) mostrou que 68% dos empresários do setor estão otimistas que 2021 será um ano de retomada.
Segundo a federação, foram ouvidos representantes de mais de 50 mil mil indústrias de 37 segmentos, entre 15 de outubro e 26 de novembro.
Conforme a pesquisa, 71% dos empresários justificam o otimismo com uma expectativa de aumento das vendas.
Outros 40% apostam em abertura de novos mercados, 34% devem fazer novos investimentos, 33% devem incorporar novos modelos de negócios e 31% acreditam num controle da pandemia do coronavírus no país.
Por outro lado, os pessimistas somam 4,5%. Para eles, os problemas são o aumento dos custos de matéria-prima, a redução nas vendas e a restrição de novos investimentos. Outros 27% se manifestaram neutros.
O resultado da pesquisa ficou abaixo do registrado no ano passado, quando 79% dos empresários estavam animados com 2020.
Mesmo assim, Fiep afirma que o desempenho da indústria em 2020 vai ser melhor que o do ano passado.
“O 2020 vai ser para a indústria superior a 2019. Não em toda a a indústria, porque tem setores que foram deprimidos”, afirma o presidente da Fiep, Carlos Walter Martins Pedro.
Em uma fábrica de alimentos, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, o faturamento cresceu 20% neste ano
RPC/Reprodução
Em uma fábrica de alimentos, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, o faturamento cresceu 20% neste ano, na contramão da crise provocada pelo novo coronavírus.
A indústria teve que reorganizar as escolas de trabalho e contratar 100 novos funcionários. “Tivemos a pandemia como um impulsionador e não como um problema no final das contas”, afirmou o diretor de inovação de empresa, Rodolfo Lourenço.
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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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