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Conselho de Ética da Câmara de Curitiba arquiva processo contra vereadora suspeita de ‘rachadinha’

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Fabiane Rosa foi alvo de uma operação do Gaeco para investigar a suspeita de repasse de parte dos salários de assessores para a vereadora. Parecer do relator pedia a cassação do mandato, mas processo foi arquivado por quatro votos a três. Segundo o MP-PR, a vereadora de Curitiba Fabiane Rosa é suspeita de ‘rachadinha’
Divulgação/ Câmara de Curitiba
O Conselho de Ética da Câmara Municipal de Curitiba arquivou o processo que pedia a cassação de mandato da vereadora Fabiane Rosa (sem partido), nesta quarta-feira (16). Ela é investigada pela suspeita de ‘rachadinha’.
O parecer do relator Marcos Vieira (PDT) recomendava a perda do mandato, mas quatro dos sete vereadores do Conselho votaram pelo arquivamento do procedimento, segundo Vieira.
“O meu parecer, por análise do caso e de maneira imparcial, foi pela perda do mandato. A decisão da Comissão de Ética é soberana, os vereadores analisaram o caso e tiraram suas conclusões que embasaram seus votos”, afirmou.
Segundo o relator, ele e as vereadoras Professora Josete (PT) e Maria Letícia (PV) votaram pela perda do mandato, enquanto os vereadores Geovane Fernandes (Patriota), Dona Lourdes (PSB), Toninho da Farmácia (DEM) e Paulo Rink (PL) votaram pelo arquivamento.
A reunião que arquivou o processo foi a última do Conselho de Ética na atual legislatura. Fabiane Rosa não se candidatou para um novo mandato nas eleições de novembro.
Denúncia
Em julho, Fabiane Rosa foi presa em uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) para investigar o caso. Em agosto, ela teve a prisão convertida em domiciliar.
Segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR), que denunciou a vereadora pelos crimes de peculato e concussão, pelo menos dez ex-assessores repassaram parte dos salários à vereadora. Os pagamentos, de acordo com os depoimentos das assessoras, variavam de R$ 1,5 mil a R$ 2,5 mil.
Conversas gravadas por ex-assessoras foram apresentadas ao MP-PR e mostram a vereadora pedindo dinheiro às funcionárias.
‘Destruíram meus sonhos. Não meus, mas dos animais’, diz vereadora
O outro lado
A defesa de Fabiane Rosa afirmou, por meio de nota, que recebeu com serenidade a notícia sobre o arquivamento do processo administrativo.
“Por maioria, os membros do conselho de ética e decoro parlamentar concluíram que as provas apresentadas não comprovaram a prática de infração ético-disciplinar, desaprovando o parecer do relator. Apesar de afastada cautelarmente do cargo para o qual foi eleita, a vereadora conclui seu mandato com a certeza de que cumpriu suas promessas de defesa da causa animal, com contribuições legislativas memoráveis à sociedade curitibana”.
Por fim, na nota, a vereadora disse que seguirá no propósito de dar voz aos animais e protegê-los, exercendo ou não qualquer cargo ou função pública.
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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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