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Ex-vereador de Cascavel é preso suspeito de coagir testemunhas em investigação de fura-filas no SUS

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Jeovane José Manchado foi preso preventivamente. Polícia investiga participação de assessores e ex-vereadores da Câmara Municipal na cobrança de dinheiro para pacientes que estão aguardando cirurgia no SUS furarem fila. Ex-vereador de Cascavel é preso por coagir testemunhas durante investigações
Um ex-vereador foi preso suspeito de coagir testemunhas de uma investigação de um esquema para furar fila de atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) em Cascavel, no oeste do Paraná, na manhã desta terça-feira (15).
Segundo o delegado da Divisão de Combate à Corrupção da Polícia Civil, Rogerson Salgado, o ex-parlamentar foi preso preventivamente.
De acordo com o delegado, Jeovane José Manchado, conhecido como Ganso Sem Limite, coagia testemunhas para que mentissem nos depoimentos.
“No curso das investigações vimos que Jeovane estava coagindo testemunha para que mentissem. Pedimos a prisão visando a continuidade das investigações e apuração dos fatos. [A prisão dele] ajuda porque ele não continuará a interferir no depoimento das testemunhas que, assim, vão falar”, disse Salgado.
A prisão é um desdobramento de uma operação da Polícia Civil que investiga a participação de assessores e ex-vereadores da Casa na cobrança de dinheiro para pacientes que estão aguardando cirurgia no SUS furarem fila.
Jeovane foi vereador da cidade entre 2013 e 2016, e atualmente trabalha como assessor na Câmara Municipal da cidade.
O G1 tenta contato com a defesa do ex-vereador, mas não havia resposta até a última atualização da reportagem.
Ex-vereador foi preso em Cascavel
Reprodução/RPC
Investigação
As investigações acontecem há mais de três meses na cidade. Segundo o delegado da polícia, foi descoberto um esquema que burlava as filas para procedimentos de cirurgias eletivas e algumas emergenciais pelo SUS.
Ainda de acordo com o delegado, algumas cirurgias eram feitas em hospitais que não os de referência para o procedimento.
Em alguns casos, informou o delegado,foi verificado um pagamento dos pacientes, enquanto em outros havia troca de favores políticos, inclusive com possíveis troca de votos.
As investigações devem ser encerradas com um balanço final em até 10 dias.
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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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