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Empresária e enfermeira são presas suspeitas de envolvimento em esquema que desviou R$ 865 mil de pagamentos para serviços de home care no Paraná

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Operação cumpriu mandados em Curitiba e Região, na manhã desta quinta-feira (10). Empresária é suspeita de receber o valor de forma fraudulenta; despesas médicas de policiais civis foram pagas pelo Governo Estadual. Mandados foram cumpridos em Curitiba e região metropolitana
Divulgação/Polícia Civil
Dois mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (10), em uma operação contra fraudes no pagamento de serviços de saúde “home care” prestados a policiais civis vítimas de acidente de trabalho ou de confronto policial.
As ordens judiciais foram cumpridas em Curitiba e Região. A proprietária da empresa que prestava os serviços de saúde domiciliar e uma enfermeira responsável técnica da mesma empresa foram presas.
Elas são suspeitas de coagir testemunhas durante o inquérito policial e forjar documentos apresentados para ressarcimento das despesas médicas por familiares de policiais enfermos.
De acordo com as investigações, a dona da empresa é suspeita de movimentar e receber R$ 865 mil, de forma fraudulenta, de um total de R$ 2,7 milhões em ressarcimento de despesas médicas que foram pagas pelo Governo do Paraná para os serviços de home care.
O G1 tenta contato com o governo estadual.
Entre os outros investigados estão dois fisioterapeutas, um terapeuta ocupacional, um fonoaudiólogo, um psicólogo, e técnicas de enfermagem, segundo a Polícia Civil.
Dois veículos, no valor de R$ 170 mil, também foram apreendidos durante a operação.
Investigação
As investigações começaram há dois meses, aproximadamente, com a informação de que a empresária mantinha um esquema criminoso atuando para aumentar indevidamente os serviços médicos prestados a uma policial civil, que foi vítima de um acidente vascular cerebral.
Nesse caso, foram registradas notas fiscais em quantidades e valores superiores aos que eram prestados à policial, ainda conforme as investigações.
O esquema começou em 2013 e funcionava até atualmente, segundo o delegado Marcos Pestano.
“É importante ressaltar que essa fraude foi identificada pelo próprio controle interno da Polícia Civil. Então, tudo começou administrativamente pela direção da Polícia Civil que identificou essa majoração de valores dessa empresa que prestava atendimento domiciliar à essa policial civil”, disse o delegado Marcos Pestano.
Os crimes investigados na operação são estelionato majorado, associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso e falso testemunho.
Vídeos
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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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