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Com a seca, colheita de lichia começa mais cedo em algumas propriedades do Paraná

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Fruta é muito procurada pelos consumidores durante as festas de fim de ano. Colheita costuma começar no final de novembro e dura cerca de um mês. Lichia ganha espaço entre as frutas de natal
A seca e o calor registrados no Paraná em 2020 antecipou a colheita de lichia em algumas regiões do Paraná. Tradicionalmente, a colheita da fruta começa no final de novembro e costuma durar cerca de 30 dias.
A lichia é uma das frutas procuradas pelos consumidores durante as festas de fim de ano. A agricultora Sônia Rochino Ogata trabalha em uma propriedade que cultiva a fruta há 20 anos.
“Devido ao veranico que teve agora, o período de seca forçou a planta a madurar mais cedo. É uma fruta que caiu no gosto popular e ficou bem conhecida por ser bonita”, contou.
A propriedade onde Sônia trabalha fica em Jataizinho, no norte do Paraná. São 1.200 árvores carregadas, em média, com 150 quilos de lichia bengal, que é a variedade mais cultivada no Brasil
A agricultora conta que os sogros dela limparam as lavouras tradicionais de milho, soja e trigo para dar espaço à fruta que, em 2000, ainda era recém-chegada ao país e pouco conhecida.
“O que nos encantou na época, acredito, que foi a beleza da planta, pelas características e principalmente porque sairia a colheita agora, um pouco antes no Natal. Iria se encaixar muito bem. Foi uma jogada. Foi arriscado e acertamos”, lembrou.
As lichias da propriedade vão para estados como São Paulo e Mato Grosso. No Paraná, os principais destinos são Cascavel e Foz do Iguaçu, cidades da região oeste.
Num primeiro momento, as frutas chegam aos revendedores custando R$ 8 por quilo. Conforme a colheita avança, a tendência é que o preço caia.
Propriedade de Jataizinho cultiva lichia
RPC Londrina
Venda das frutas
Em uma frutaria de Londrina, no norte do estado, o que também alavanca as vendas em até 50%, comparado ao restante do ano, são ameixa, pêssego, cereja e uva, principalmente sem semente.
Segundo a vendedora de frutas Edneia Fatima de Paula, os preços desses produtos estão iguais aos do ano passado ou até menores. Por isso, ela acredita que os clientes vão manter os pedidos mesmo em meio à pandemia.
“As pessoas vão se reunir mais em casa, então estamos com expectativa de que será melhor do que no ano passado. Estamos com entrega na residência, que vai continuar, e o que adaptamos foi atendimento no carro. Foi um desafio para todos e, para a gente, não está sendo diferente”, disse.
Consumidores procuram frutas para festas de fim de ano
RPC Londrina
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Redação A Voz do Povo Do Oeste

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